Como funciona

Medicina sem distância

A competência médica chega onde as pessoas estão.

Coordenação de consultas remotas entre equipas de saúde em locais distantes e especialistas. Do pedido ao fecho, com cada passo registado.

Como funciona

Duas pontas, o mesmo encontro.

De um lado, a equipa local no posto de saúde. Do outro, o especialista no hospital de referência. O DeEncontro coordena tudo o que acontece entre os dois.

Posto de saúde rural ao fim da tarde, com painéis solares e antena de satélite no telhado
No posto de saúdeA equipa local regista o pedido, prepara a sala e acompanha a pessoa atendida durante a sessão.
Gabinete de especialista num hospital da cidade, com uma radiografia no negatoscópio e a ligação de vídeo no monitor
No hospital de referênciaO especialista recebe o caso já preparado, entra à hora marcada e regista o fecho e o próximo passo.

Do pedido ao fecho, em seis passos claros.

  1. 01
    Pedido

    A equipa local regista o pedido de apoio com os dados mínimos e o estado do consentimento.

  2. 02
    Coordenação

    A coordenação clínica confirma a prontidão do local e encaminha para a especialidade certa.

  3. 03
    Agenda

    Especialista, hora e sala são atribuídos dentro da disponibilidade real. Sem sobreposições.

  4. 04
    Preparação

    A sala passa pela lista de verificação: privacidade, energia, áudio, vídeo e conectividade.

  5. 05
    Sessão

    O encontro remoto decorre no canal aprovado, com a ligação acompanhada em tempo real.

  6. 06
    Fecho

    Fica registado o resultado operacional e o próximo passo. Cada acção tem autor, data e hora.

Quatro papéis, uma só coordenação.

As pessoas atendidas não precisam de conta nem de aplicação: a informação e o consentimento seguem o fluxo institucional, com apoio da equipa local.

  • Equipas locais

    Postos de saúde, centros comunitários e missões itinerantes.

  • Especialistas

    Médicos e técnicos que participam à distância, dentro das regras da sua entidade.

  • Coordenação clínica

    Quem gere a agenda, as salas, a disponibilidade e as excepções.

  • Entidades parceiras

    Organizações que autorizam pessoas, instalações e vínculos.

Apoiar o acesso, a comunicação e a coordenação. Nunca substituir a decisão clínica.

Mínimo privilégio

Cada pessoa vê e altera apenas o que precisa para a coordenação.

Sem dados clínicos

A plataforma coordena. Diagnóstico, prescrição e processo clínico ficam com a entidade.

Continuidade honesta

Uma ligação perdida nunca conta como conclusão. Os estados são explícitos e auditáveis.